O ponto de conexão em uma rede de aterramento é geralmente o elo mais fraco. Este artigo apresenta a soldagem exotérmica, um método para obter fusão em nível molecular que forma uma conexão permanente com a mesma vida útil do próprio condutor, tornando-o ideal para aplicações críticas.
Uma rede de aterramento eficiente depende da confiabilidade de cada ponto de conexão. Os métodos tradicionais de conexão mecânica, como braçadeiras ou crimpagem, podem se soltar com o tempo, causando aumento da resistência de contato, pontos quentes perigosos e possíveis falhas durante a queda de raios.
Existe um método de conexão tão confiável quanto um condutor sólido? A resposta é sim: soldagem exotérmica.
A soldagem exógena é um processo que utiliza reações químicas de alta temperatura para fundir metais. Ele funciona acendendo pó reativo em um molde de grafite, criando metal fundido superaquecido, que funde permanentemente condutores (como hastes de aterramento e cabos) no molde.
As vantagens deste processo são óbvias:
Conexão permanente: A conexão formada é uma fusão em nível molecular. Ele não irá se soltar, corroer ou degradar, e sua vida útil excede em muito a da conexão mecânica e é equivalente à vida útil do próprio condutor.
Excelente capacidade de transporte de corrente: A capacidade de transporte de corrente da costura de solda é igual ou superior à do condutor e pode suportar com segurança fortes descargas atmosféricas.
Alta resistência à corrosão: A solda é composta principalmente de cobre e possui excelente resistência à corrosão do solo.
A soldagem exógena é particularmente adequada para locais onde a segurança e a durabilidade são extremamente importantes, como sistemas de aterramento em subestações, parques eólicos, estações base de telecomunicações e fábricas de produtos químicos.
